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Carnaval – WG Papéis

fevereiro 24th, 2014

Aproveite o carnaval com muita segurança e muita alegria.

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Svenska Cellulosa Aktiebolaget atua com a marca Tena

A produtora de papel e celulose sueca Svenska Cellulosa Aktiebolaget (SCA) está preparada para investir na América do Sul, considerando o potencial da região para o desenvolvimento do portfólio da empresa. Isso se surgirem as oportunidades certas, segundo o presidente e CEO da SCA , Jan Johansson .

“América do Sul e especialmente o Brasil são mercados em crescimento, com demografia favorável para portfólio SCA. O Brasil é um mercado interessante, com uma grande população do sexo feminino, e 80% dos consumidores da SCA são mulheres. Hoje, no Brasil, só estamos presentes com a marca global Tena, mas gostaríamos de acrescentar algumas de nossas outras categorias também”, disse Johansson à RISI.

Como afirma o CEO, as particularidades da América Latina também tornaria uma região interessante para o desenvolvimento de cuidados pessoais. “Muitas vezes, é positivo para um fornecedor oferecer várias categorias de consumo”, Johansson comentou.

A SCA opera atualmente cinco fábricas de papel tissue na América Latina: uma fábrica de 61 mil toneladas por ano no Chile, um local de produção de 25 mil toneladas por ano no Equador, uma planta de 34.900 toneladas por ano no México e 74.790 toneladas na Colômbia.

Por Fernando Gonzalez , Editor Associado , PPI América Latina, fgonzalez@risi.com

Esta reportagem é conteúdo da PPI Latin America, uma publicação da RISI que cobre os mercados e preços de celulose e papel na América Latina. Se você tem interesse em receber a PPI Latin America ou saber mais sobre os serviços da RISI, envie um email para Luís Sucupira no lsucupira@risi.com ou acesse http://www.risi.com.

Analistas se mostram otimistas quanto ao setor este ano

Quatro empresas do setor de celulose – Klabin, Suzano, Fibria e Duratex – estão com recomendação Overweight (maior peso na carteira) do banco HSBC. Os analistas afirmam, em relatório, que realizaram sua terceira conferência anual de commodities, com mais de 17 empresas. “As empresas de Papel e Celulose ficaram entre as mais requisitadas para reuniões com investidores”, afirma a instituição.

Além de tirar proveito da desvalorização recente do real frente ao dólar, a Klabin tem expectativa de outro ano forte em termos de volume, segundo os analistas. “Os volumes foram muito sólidos e ficaram acima do projetado em janeiro”.

Já a Suzano é destacada pela demanda por papel em 2014 e deve receber impacto positivo de quatro fatores principais: PNLD (Programa Nacional do Livro Didático), Recopi – que implantará medidas com objetivo de impedir o dumping de papel importado isento de impostos -, a Copa do Mundo e as Eleições. Fora isso, os custos de caixa e a alavancagem da empresa devem diminuir no segundo semestre deste ano, de acordo com o banco.

Na Duratex é esperado um crescimento de 4% no volume da empresa este ano. Os investimentos totalizarão R$ 500 milhões e a empresa deve anunciar em breve um novo projeto de madeira em Minas Gerais.

O Centro de Tecnologia (CT) da Fibria incrementou a estrutura do Laboratório de Microscopia, Morfologia e Físico-química, no CT na Unidade Aracruz (ES), em dezembro. Com a modernização, o laboratório passou a contar com com a infraestrutura necessária para pesquisas ligadas à morfologia das fibras e também para estudos voltados à química úmida de preparo da celulose para confecção do papel – o principal produto fabricado pelos clientes da empresa.

Alto valor do investimento incapacita a maioria das cidades

O Plano Estadual de Resíduos Sólidos do Estado do Mato Grosso do Sul, que exige um investimento médio de R$ 1,5 milhão, tem incapacitado a maioria dos municípios do Estado a cumprir o prazo, que vence em agosto de 2014, para a efetiva operação dos aterros sanitários.

Segundo Lorivaldo de Paula, coordenador do Plano Estadual de Resíduos Sólidos, apenas 11 dos 79 municípios do Estado estão em operação ou em vias de. Em Alcinópolis, por exemplo, a 387 km ao norte de Campo Grande, o primeiro aterro sanitário foi construído em 2006 e já está em desuso. O coordenador de gestão de resíduos sólidos da cidade, Edilson Cotonett, afirma que uma nova célula de aterro está sendo construída para durar os próximos quatro anos. Para ele, o município está mais avançado que outros, mas ainda assim, “engatinhando”. “Isso porque o aterro que era usado até então já está lotado e “se esgotou”, sendo necessária a instalação de outro espaço”, disse,

Enquanto isso, o lixo da cidade está sendo depositado em uma área monitorada, mas que não possui as adequações necessárias de um aterro, como a manta impermeável que impede a contaminação do solo. A coleta seletiva não está instalada no município e a separação do lixo que pode ser reciclado é feito de maneira precária. “Temos a cooperativa, mas se usa um sistema da Funasa [Fundação Nacional de Saúde] da década de 90. Precisamos de uma nova unidade de triagem, porque a cooperativa faz a triagem, mas bem simples”, comentou Cotonett.

É isso aí. Conte conosco!

janeiro 14th, 2014

Nós, da WG Papéis, estamos inteiramente dispostos em atendê-lo em suas maiores necessidades.
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2014 ao seu lado

Até 30 de maio deste ano estarão abertas as inscrições para o Prêmio ANA 2014. Em sua 5ª edição, a premiação bienal busca reconhecer boas práticas relacionadas à água em sete categorias: empresas; ensino; governo; imprensa; organismos de bacia; organizações não governamentais (ONG); e pesquisa e inovação Tecnológica. Os trabalhos devem contribuir para a gestão e o uso sustentável dos recursos hídricos do país. As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas através do hotsite do prêmio : www.ana.gov.br/premio.

A premiação também busca identificar ações que estimulem o combate à poluição e ao desperdício e apontem caminhos para assegurar água de boa qualidade e em quantidade suficiente para o desenvolvimento das atuais e futuras gerações.

O Prêmio ANA 2014 terá uma Comissão Julgadora composta por membros externos à ANA e com notório saber na área de recursos hídricos ou meio ambiente. Um representante da Agência presidirá o grupo, mas sem direito a voto. Os critérios de avaliação dos trabalhos levarão em consideração os seguintes aspectos: efetividade; impactos social e ambiental; potencial de difusão; adesão social; originalidade; e sustentabilidade financeira (se aplicável).

A Comissão Julgadora selecionará três iniciativas finalistas e a vencedora de cada uma das sete categorias. Os vencedores serão conhecidos em solenidade de premiação marcada para 3 de dezembro de 2014 em local a ser definido. Os sete vencedores receberão um Troféu Prêmio ANA.

Inscrições
Nesta edição do Prêmio ANA, as inscrições devem ser realizadas pelo hotsite. Caso os participantes queiram enviar materiais físicos complementares, o envio deverá ser realizado por remessa postal registrada aos cuidados da Comissão Organizadora do Prêmio ANA 2014 no seguinte endereço: SPO, Área 5, Quadra 3, Bloco “M”, Sala 118, Brasília (DF), CEP: 70610-200.

A data de postagem será considerada como a de entrega e o localizador da remessa deverá ser informado no ato da inscrição, que só será confirmada pela Comissão Organizadora após o recebimento dos materiais complementares.

Cada participante pode inscrever mais de uma iniciativa. Além disso, poderão ser apresentados trabalhos indicados por terceiros, desde que acompanhados de declaração assinada pelo indicado, concordando com a indicação e com o regulamento da premiação.

Federação Sueca de Indústria Florestal encomendou uma nova pesquisa para as suecas Hanna Billqvist e Anna Glansén. Elas aceitraram o desafio e criaram um prato “autolimpante”, com um suposto revestimento especial que o torna impermeável à sujeira e a líquidos.

O projeto tem como objetivo explorar novas maneiras de usar extrato de celulose, colhido das paredes celulares de plantas fibrosas. A louça autolimpante é composta por uma variação especial da substância, conhecida como nanocelulose, que não é apenas leve e maleável, mas também durável o suficiente para resistir a quedas acidentais. Na verdade, a força do material está a par do Kevlar, uma fibra sintética usada na fabricação de coletes à prova de balas.

As propriedades de autolimpeza são adicionadas aos produtos por meio da aplicação de um revestimento super-hidrofóbico que Glansén descreve como totalmente natural e construído para imitar a capacidade da folha de lótus.

Embora as pesquisadoras não tenham dado detalhes sobre como funciona o revestimento resistente à sujeira, elas afirmaram usar um processo chamado de expansão rápida de soluções supercríticas para criá-lo. O material é dissolvido em dióxido de carbono á alta pressão e temperatura, e, em seguida, pulverizado sobre a superfície do produto.

Glansén diz que seu novo produto não é apenas seguro, mas funciona exatamente como anunciado, repelindo qualquer sujeira. Para limpá-lo, basta virá-lo ou colocá-lo de cabeça para baixo sobre uma pia. Embora ainda seja um conceito, ela diz que a tecnologia deve ser uma solução de longo prazo.

Valor reverteu prejuízo de R$ 24 milhões em igual período do ano passado

A Suzano Papel e Celulose divulgou seus resultados do terceiro trimestre do ano. O presidente da empresa, Walter Schalka apresentou os resultados da empresa. O lucro líquido no período foi de R$ 43 milhões o que reverteu o prejuízo de R$ 24 milhões em igual período do ano passado.

O Ebitda (geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) totalizou 503 milhões, o que representa uma alta de 51,7% ante igual período de 2012. Sobre o segundo trimestre, houve melhora de 23%. A receita líquida da fabricante totalizou R$ 1,52 bilhão entre julho e agosto, com alta de 11,7% sobre igual período de 2012. O nível de endividamento da empresa passou para 4,8 vezes a relação entre dívida líquida e Ebitda, ante 4,7 vezes no terceiro trimestre de 2012 e segundo trimestre deste ano.

Segundo Walter Schalka, a estimativa de desembolso também foi revisada com investimentos para 2013, passando de R$ 3 bilhões para cerca de R$ 2,5 bilhões, devido ao adiamento para 2014 de pagamentos referentes ao projeto Maranhão. “Esss números serão atingidos quando a unidade estiver em atividade operacional e com geração de caixa”, destacou. Para o presidente da empresa, os números são resultados do crescente preço da celulose e do alto câmbio para o mercado externo e do aumento do preço do papel no mercado interno.

Madeira
Schalka falou sobre o aumento da compra de madeira de terceiros. Ele explicou que o fato é recorrente de um déficit clonal e hídrico que aconteceu em Mucuri. “Essa queda da produção florestal deve estar sanada até 2016”, afirmou o CEO. Ele ainda comentou que com isso o custo caixa de produção será elevado na cidade, mas que será compensando pelo baixo custo do Maranhão, que será positivo.

Papel
Referente ao setor de papel, Schalka mostrou que a Copa do Mundo e as eleições, que ocorrerão no próximo ano, devem alavancar a produção de papel, mas que isso deve seguir a mesma proporção do PIB. Já em questão ao papel imune, ele afirmou que “o combate deve afinar com o tempo e melhorar o volume para a Suzano”. Referente ao termo criado pelas associações na semana passada, o executivo destacou a comprovação de um compromisso moral e formal. “Isso é muito relevante ao setor”.

Empresas de comunicação também têm dificuldades para comprar tintas e equipamentos de impressão.

Na Venezuela, cerca de cinco jornais venezuelanos deixaram de circular temporariamente nas últimas semanas devido à falta de papel, mais um problema de abastecimento que ameaça afetar a popularidade do governo.

Títulos de maior circulação dizem que podem enfrentar problemas se forem mantidas as regras cambiais que causam restrições às importações. Muitas outras publicações menores já reduziram seu número de páginas.

Os controles cambiais da última década fazem com que periodicamente os venezuelanos se deparem com a ausência de produtos variados: de farinha a papel higiênico e peças para motos.

Sem acesso a dólares, as empresas de comunicação também têm dificuldades para comprar tintas e equipamentos de impressão.

“A situação é mais crítica para os pequenos jornais no interior, porque eles não importam papel diretamente”, disse à Reuters Miguel Henrique Otero, editor do El Nacional, jornal de circulação nacional simpático à oposição.

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