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Svenska Cellulosa Aktiebolaget atua com a marca Tena

A produtora de papel e celulose sueca Svenska Cellulosa Aktiebolaget (SCA) está preparada para investir na América do Sul, considerando o potencial da região para o desenvolvimento do portfólio da empresa. Isso se surgirem as oportunidades certas, segundo o presidente e CEO da SCA , Jan Johansson .

“América do Sul e especialmente o Brasil são mercados em crescimento, com demografia favorável para portfólio SCA. O Brasil é um mercado interessante, com uma grande população do sexo feminino, e 80% dos consumidores da SCA são mulheres. Hoje, no Brasil, só estamos presentes com a marca global Tena, mas gostaríamos de acrescentar algumas de nossas outras categorias também”, disse Johansson à RISI.

Como afirma o CEO, as particularidades da América Latina também tornaria uma região interessante para o desenvolvimento de cuidados pessoais. “Muitas vezes, é positivo para um fornecedor oferecer várias categorias de consumo”, Johansson comentou.

A SCA opera atualmente cinco fábricas de papel tissue na América Latina: uma fábrica de 61 mil toneladas por ano no Chile, um local de produção de 25 mil toneladas por ano no Equador, uma planta de 34.900 toneladas por ano no México e 74.790 toneladas na Colômbia.

Por Fernando Gonzalez , Editor Associado , PPI América Latina, fgonzalez@risi.com

Esta reportagem é conteúdo da PPI Latin America, uma publicação da RISI que cobre os mercados e preços de celulose e papel na América Latina. Se você tem interesse em receber a PPI Latin America ou saber mais sobre os serviços da RISI, envie um email para Luís Sucupira no lsucupira@risi.com ou acesse http://www.risi.com.

Analistas se mostram otimistas quanto ao setor este ano

Quatro empresas do setor de celulose – Klabin, Suzano, Fibria e Duratex – estão com recomendação Overweight (maior peso na carteira) do banco HSBC. Os analistas afirmam, em relatório, que realizaram sua terceira conferência anual de commodities, com mais de 17 empresas. “As empresas de Papel e Celulose ficaram entre as mais requisitadas para reuniões com investidores”, afirma a instituição.

Além de tirar proveito da desvalorização recente do real frente ao dólar, a Klabin tem expectativa de outro ano forte em termos de volume, segundo os analistas. “Os volumes foram muito sólidos e ficaram acima do projetado em janeiro”.

Já a Suzano é destacada pela demanda por papel em 2014 e deve receber impacto positivo de quatro fatores principais: PNLD (Programa Nacional do Livro Didático), Recopi – que implantará medidas com objetivo de impedir o dumping de papel importado isento de impostos -, a Copa do Mundo e as Eleições. Fora isso, os custos de caixa e a alavancagem da empresa devem diminuir no segundo semestre deste ano, de acordo com o banco.

Na Duratex é esperado um crescimento de 4% no volume da empresa este ano. Os investimentos totalizarão R$ 500 milhões e a empresa deve anunciar em breve um novo projeto de madeira em Minas Gerais.

O Centro de Tecnologia (CT) da Fibria incrementou a estrutura do Laboratório de Microscopia, Morfologia e Físico-química, no CT na Unidade Aracruz (ES), em dezembro. Com a modernização, o laboratório passou a contar com com a infraestrutura necessária para pesquisas ligadas à morfologia das fibras e também para estudos voltados à química úmida de preparo da celulose para confecção do papel – o principal produto fabricado pelos clientes da empresa.

Alto valor do investimento incapacita a maioria das cidades

O Plano Estadual de Resíduos Sólidos do Estado do Mato Grosso do Sul, que exige um investimento médio de R$ 1,5 milhão, tem incapacitado a maioria dos municípios do Estado a cumprir o prazo, que vence em agosto de 2014, para a efetiva operação dos aterros sanitários.

Segundo Lorivaldo de Paula, coordenador do Plano Estadual de Resíduos Sólidos, apenas 11 dos 79 municípios do Estado estão em operação ou em vias de. Em Alcinópolis, por exemplo, a 387 km ao norte de Campo Grande, o primeiro aterro sanitário foi construído em 2006 e já está em desuso. O coordenador de gestão de resíduos sólidos da cidade, Edilson Cotonett, afirma que uma nova célula de aterro está sendo construída para durar os próximos quatro anos. Para ele, o município está mais avançado que outros, mas ainda assim, “engatinhando”. “Isso porque o aterro que era usado até então já está lotado e “se esgotou”, sendo necessária a instalação de outro espaço”, disse,

Enquanto isso, o lixo da cidade está sendo depositado em uma área monitorada, mas que não possui as adequações necessárias de um aterro, como a manta impermeável que impede a contaminação do solo. A coleta seletiva não está instalada no município e a separação do lixo que pode ser reciclado é feito de maneira precária. “Temos a cooperativa, mas se usa um sistema da Funasa [Fundação Nacional de Saúde] da década de 90. Precisamos de uma nova unidade de triagem, porque a cooperativa faz a triagem, mas bem simples”, comentou Cotonett.

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janeiro 14th, 2014

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